
Um profundo ressentimento me abate a cada vez que vejo a Pedra. Não falo em ressentir como quem se constrange num lamento vão acerca de uma dor qualquer, me refiro ao simples fato de sentir outra vez alguma coisa já sentida. Ela está aqui, a pedra angular dos pensamentos nobres, a resposta que se esgueira silenciosamente após uma indagação curiosa. A Pedra da minha mente. Posso segurá-la neste instante entre meus dedos metafísicos e sentir o seu estado de dormência. Ela dorme e eu desperto. Feliz.





